Os números de mortes decorrentes da doença, no período analisado pelo boletim, totalizaram 205.409 casos.
A aids é considerada estável no País, porém em patamares altos. “A taxa de incidência está estabilizada num patamar alto. O Brasil tem um programa de acesso universal, expresso na melhoria da sobrevida e de intensificação das ações de prevenção de novas infecções. O grande desafio hoje é identificar onde estão acontecendo os novos casos”, afirmou a diretora do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério, Mariângela Simão.
Segundo os dados do boletim, a região Sudeste é a que apresenta o maior número de casos – 60,4% (305.725 ocorrências). Em seguida vem a região Sul, com 18,9% (95.552), depois o Nordeste com 11,5% (58.348), o Centro-Oeste com 5,7% (28.719) e o Norte com 3,6% (18.155).
Homens x mulheres
Também foi verificado a aproximação entre o número de homens e mulheres infectadas. Até junho de 2008 foram identificados 333.485 (66%) casos de aids em homens e 172.995 (34%) em mulheres.
A avaliação mostra que em 1986 eram 15 casos de homens infectados pela doença para uma mulher. A partir de 2000, houve um grande aumento nos casos identificados em mulheres. Para 15 homens infectados existem 10 mulheres.

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